Costumavamos a rir tão alto que não me lembro porque nós riamos, não queríamos saber nem porque riamos, talvez rissemos porque a vida nos parecia tão tormenta como as águas de março ou talvez porque a vida nos parecia uma lesma andando devagar sobre os pisos vermelhos da minha casa. Andamos como se fossemos nômades, fugindo de coisas que nos fazem bem e fugimos tambem de coisas que nos fazem bem por medo de perde-las e viveremos uma ilusão, que de uma maneira seja perfeita mas como algo pode ser perfeito se nada é perfeito ?!
Sou contraditório talvez eu deva me alegrar por não ter razão em todas as minhas atitudes pois eu seria muito calculista, sou calculista mas as vezes me deixo levar pelo "coração" para ser um pouco supreendido e para fazer supresas.
Não queria mais sentir dor, esquecer o passado, esquecer das coisas que me fizeram um mau de certa forma mas digo lhes que é impossível esquecer o passado já que nós construiremos algo sobre ele, temos que construir fortes alicerces para que não cairemos no passado novamente.
Achamos que os sonhos são talvez retratos de um futuro melhor mas não penso de certa forma que seja um futuro mas de sim uma pequena memória do passado, do futuro nada saberemos maybe um dia saberemos decifrar os sonhos e as premonições mas que nos dara certeza de algo tão incerto que é o futuro.
Os sonhos, os planos, são tudo meras ilusões do que nós gostariamos para um mundo perfeito para nós, temos mais que pensar em um conjunto, somos muito individuais para pensar assim mas ganharíamos mais pensando em um grupo e no bem-estar de todos.
Não pretendo prever o futuro nem ao menos reviver o passado que as vezes é duro mas as lembranças são o que podemos carregar mesmo que pesem na consciência mas o carregaremos como um fardo eterno os erros perdoáveis e os imperdoáveis.
Não vamos nos esconder dos erros nem contar vantagem sobre o que acertamos levaremos então tudo as mesmas inconclusões, tudo como fato rotineiro e não uma não ficção de uma vida acertiva ou não. Somos assim meros retratos de uma evolução assimétrica e sem nenhuma razão ou teremos um propósito oculto.
Somos o tudo e o nada, a luz em meio a escuridão, somos estepes sem pasto, somos castores sem madeiras, seremos o tudo e o nada.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
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